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A mais antiga prova nacional chega à 70ª edição
O próximo mês de Agosto será rico em competição desportiva e vai assistir, como sempre, a mais uma Volta a Portugal em Bicicleta. Entre os dias 13 e 24, o pelotão regressa ao seu esplendor natural invadindo as estradas e atravessando o país ao longo de 1587,2 quilómetros. Joaquim Gomes, director da prova, já considerou a 70ª Volta a Portugal edp como “uma das mais duras de sempre”.
À semelhança do ano passado serão onze dias de competição com etapas traçadas entre Portimão e Felgueiras. Por condicionalismos do estatuto internacional da Volta a Portugal, a UCI - União Ciclista Internacional não permite alargar os dias de prova como era desejo da organização que gostaria de levar a modalidade e todo o envolvimento da caravana a outras regiões do país.
A Pad - Produção de Actividades Desportivas, empresa do universo João Lagos Sports, responsável pela organização da Volta a Portugal edp, continua a acreditar na pujança do ciclismo ao mais alto nível competitivo procurando por todos os meios acentuar a sua marca e trabalhar para aproximar, cada vez mais, a prova portuguesa das grandes “voltas” internacionais.
Com mais de 80 anos de história, a Volta, organizada pela primeira vez em 1927, só agora vai chegar à 70ª edição fruto de algumas interrupções ao longo do último século motivadas pelos mais diversos acontecimentos sociais e políticos. O ciclismo, e esta competição em particular, será por certo um dos eventos desportivos que maior interesse desperta nos portugueses. A Volta não deixa ninguém indiferente. Seja num local de partida, à beira da estrada, ou nas longas rectas da meta com multidões vibrantes no fervor do Verão a aplaudir, incentivar e acarinhar os homens que rasgam quilómetros na busca incessante da vitória e do protagonismo.
Um pouco mais atrasada no calendário de Agosto, para permitir a presença da selecção nacional de ciclismo nos Jogos Olímpicos, a 70ª Volta a Portugal em Bicicleta edp será mais uma grande homenagem a todos os Nicolaus, Trindades, Ribeiros da Silva, Barbosas, Venscelaus, Chagas, Gomes e Cândidos que os portugueses se habituaram a admirar e aplaudir!
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