Uma Volta de Mestre

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Ricardo Mestre (Tavira/Prio) tornou-se o segundo algarvio a entrar para o quadro de honra dos vencedores da Volta a Portugal em Bicicleta, depois do triunfo de José Martins, em 1946 e 1947. Com a vitória na prova rainha do ciclismo português, o ano passado, o corredor natural de Cortelha, concelho de Castro Marim, sucedeu ao antigo colega de equipa, o espanhol David Blanco.

O sucesso de Ricardo Mestre na 73ª Volta a Portugal começou a ganhar forma no momento em que venceu o contra-relógio entre o Sabugal e a Guarda. Após a conquista da camisola amarela na sétima etapa, o algarvio conseguiu sempre defender o símbolo de líder, sobretudo na passagem pela Torre, no alto da Serra da Estrela. No final, Lisboa vestiu-se de cor e de alegria e com entusiasmo voltou a para aplaudir um português como novo herói da Volta.

À conquista individual de Mestre, a mais antiga equipa de ciclismo profissional do mundo, a formação Tavira/Prio, juntou no fim da Volta a vitória colectiva. André Cardoso ficou no segundo lugar e o veterano Nélson Vitorino na quarta posição. O único a intrometer-se entre os três primeiros corredores do conjunto algarvio foi Rui Sousa da Barbot/Efapel que conquistou o terceiro lugar da competição.

Nas contas da Camisola Branca relativa aos Pontos, Sérgio Ribeiro (Barbot/Efapel) conseguiu chegar à vitória. A Camisola Azul para o melhor trepador foi entregue ao corredor uruguaio Fabrício Ferrari da Caja Rural enquanto o prémio da Juventude, Camisola Laranja, pertenceu a Bravo Garikoitz também do conjunto espanhol Caja Rural.